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Em forte alta, dólar fecha a R$ 2,342
Após quatro dias de baixa, contribuiu para o movimento acordo orçamentário nos Estados Unidos
O dólar teve alta considerável ante o real nesta quarta-feira, 11, em movimento de ajuste após a queda das últimas quatro sessões e impulsionado pelas expectativas com a reunião do Federal Reserve na próxima semana. O dólar à vista no balcão terminou a sessão cotado a R$ 2,3420, com alta de 1,47%, na máxima do dia.
Depois do banco central norte-americano alertar nas suas últimas decisões sobre os riscos no âmbito fiscal, analistas acreditam que o acordo anunciado ontem no Congresso dos EUA eleva as chances de uma redução nos estímulos este mês.
Além das perspectivas com o Fed, o dólar foi impulsionado pelos dados sobre o fluxo cambial negativo em US$ 2,651 bilhões na semana de 2 a 6 de dezembro. Com esse resultado, o saldo está negativo em US$ 6,132 bilhões no ano. Por outro lado, o Banco Central vendeu nesta tarde todos os 20 mil contratos de swap cambial ofertados na terceira operação de rolagem dos títulos que vencem em 2/1/2014. O valor total da operação foi de US$ 988,5 milhões.
O giro no dia, no entanto, foi baixo. Estava próximo de R$ 622,51 milhões por volta das 16h30, segundo dados da clearing de câmbio da BM&FBovespa. No mercado futuro, o dólar para janeiro avançava 1,45%, a R$ 2,3520. O volume de negociação estava perto de US$ 12,9 bilhões.
Internamente, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje, em evento em Brasília, que novembro terá uma arrecadação acima de R$ 110 bilhões, um nível recorde. E acrescentou que "o governo continuará a fazer um fiscal forte em 2014". Mas isso não mexeu com o mercado, uma vez que, de acordo com analistas, um resultado superior ao registrado em setembro para os três últimos meses do ano já é esperado e isso se deve a receitas não recorrentes e não a uma mudança de postura do governo.
Leilões do dia. O Banco Central vendeu todos os 10 mil contratos de swap cambial ofertados hoje, no valor de US$ 497,4 milhões. A oferta foi dividida em dois vencimentos. Para 5 de março de 2014, foram vendidos 4,750 mil contratos (US$ 236,9 milhões). A taxa nominal foi de 1,1367% e a linear, de 1,135%. O PU mínimo dos contratos negociados para este vencimento ficou em 99,739000. Não houve taxa de corte.
Para o vencimento de 2 de junho de 2014, foram vendidos 5,250 mil contratos (US$ 260,5 milhões). A taxa nominal foi de 1,6221% e a linear de 1,603%. O PU mínimo dos contratos negociados para este vencimento ficou em 99,240000. A taxa de corte foi de 50%. Os contratos negociados pelo BC hoje terão como data de emissão e liquidação o dia 12/12/2013.
Esta operação faz parte do programa de leilões diários no mercado cambial anunciado no dia 22 de agosto e que conta com operações de swap de segunda a quinta-feira, no valor de US$ 500 milhões cada, além de leilão de linha às sextas-feiras, no total de US$ 1 bilhão. Até o fim do ano, o BC espera ofertar cerca de US$ 100 bilhões por meio desses leilões diários. O presidente do BC, Alexandre Tombini, reafirmou ontem que o programa continuará em 2014, mas que deve passar por alguns ajustes, que serão anunciados ao final da semana que vem.
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